ANA SERRANO

Desde criança que tenho a capacidade de compreender e ser tocada pela energia de outras pessoas, assim como a capacidade inata de sentir e perceber intuitivamente coisas que a maioria das pessoas ignora e não imagina que existem.

Durante a minha infância, adolescência e parte da idade adulta, foi muito difícil compreender o porquê de saber e sentir de forma diferente dos outros: sabia coisas sem que elas fossem ditas; era um tormento estar em locais públicos; conseguia sentir as emoções vindas das pessoas que estavam perto de mim e, da mesma forma, se estivessem a uma grande distância; sabia quando alguém estava a mentir ou a ser desonesto com os outros ou, até, consigo próprio.

Cheguei a captar sintomas físicos de outras pessoas e a desenvolver as suas doenças, sem fazer a mínima ideia do porquê. Sentia fortes aromas a flores ou outros, que mais ninguém sentia. Via e sentia presenças que ninguém sentia ou via. Apercebia-me que muitas vezes falava de determinados assuntos com uma fluência acima da média, sem ter maturidade ou sabedoria para tal. Questionava-me sobre estas coisas e tantas outras que aconteciam comigo.

Que me recorde, desde os meus 6 anos que as pessoas me procuram para falar dos seus problemas e pedir ajuda. Talvez porque era, e ainda sou, incapaz de ignorar o sofrimento do outro, as vítimas de injustiça ou pessoas que se sentiam intimidadas por alguma razão eram atraídas para mim. Hoje, os motivos pelos quais as pessoas procuram a minha orientação são diversos mas, na altura, e sendo ainda uma criança, era muito estranho ter adultos a pedir-me conselhos. 

A necessidade e urgência de explicação para estas questões, levou-me em busca de um mundo metafísico. Procurei respostas na religião – em vários conjuntos de sistemas culturais e de crenças, livros sobre espiritualidade, ocultismo e de todos os géneros em que, nos seus conteúdos, encontrasse alguma explicação e sentido para os meus sintomas. Nesta busca encontrei pessoas que diziam ter dons mediúnicos e não os tinham, assim como outras que os tinham e estavam tão ou mais confusas do que eu.

Foi numa feira esotérica que tive o encontro que mudou a minha vida. Fui, por curiosidade, fazer uma leitura de Tarot e, para meu espanto, o homem que estava à minha frente era o mesmo que dois dias antes me tinha cumprimentado em espanhol no corredor do supermercado. Não fazia ideia de quem era mas pareceu-me muito familiar. Entrei, sentei-me, ele olhou fixamente para mim e perguntou:

– “Con cartas o sin cartas?” 

Naquele momento foi como se se formasse um novo espaço-tempo e soube que ele era muito mais do que aparentava ser e que, naquele momento, tinha acesso a muito mais sobre mim do que eu própria previa para a minha vida. Este encontro deu-se em 1998 e ainda hoje, passados mais de 20 anos, as suas previsões continuam a surpreender-me e a concretizar-se.

A atração pela cura, terapias holísticas e todos os outros temas metafisicos já existia, mas depois deste encontro o amor pelo Tarot como ferramenta de orientação e cura ditou o meu destino.

Em 2004 ouvi o meu coração e abandonei uma carreira na área comercial para abraçar o amor da minha vida: o Tarot. E, tal como numa teia, o Tarot despertou-me para outras terapias complementares. Especializei-me em áreas como o Reiki Usui Shiki Ryoho, Tibetano, Karuna, Tera Mai, Xamânico e Kundalini.

Depois do meu primeiro baralho – Tarot Encantado, e da primeira consulta – no espaço de casa com uma pessoa que me procurou por conselho, e após muito estudo e compreensão de todos os arcanos menores e maiores, percebi que a leitura do Tarot não é sobre memorizar cartas e seguir um livro, é sobre intuição. É, sobretudo, sobre confiar nessa intuição e deixar que as cartas me guiem para as respostas que preciso. Em vez de pensar no significado da carta, eu sinto o que aquela carta significa. Em vez de me centrar no significado certo de cada carta, permito-me a ser guiada por ela e pelo seu simbolismo. Descobri este espaço encantado em que o Tarot apenas flui.

-Quando te dedicaste ao tarot a 100%? O que deixaste para trás? O que ganhaste? 
Com o passar dos anos, cresceu em mim um sentimento de que o trabalho corporativo, por contra de outrém, não fazia sentido no meu percurso de vida e 2004 marca o momento que a minha intuição, e as minhas cartas, me disseram que o tempo chegara: deixei o meu trabalho corporativo e foquei-me na minha paixão.

Atualmente, o meu baralho de tarot preferido é o Llewellyn e a minha carta de tarot preferida é o Eremita.

– Taróloga mediúnica, hipnoterapeuta, coach espiritual e Mestre de Reiki;

– Licenciada em Ciências Sociais com minor em Psicologia;

– Com mais de 20 anos de experiência enquanto taróloga;

– Vive em Miranda do Corvo;

– Providencia serviços de terapias alternativas modernas, ajudando outros a reconhecer o seu poder interior, dons intuitivos e facilitar a cura através do aprofundamentos das conexões do Outro com a energia divina e universal;

– Guia o Outro na cura das suas raízes e padrões kármicos, traumas de vidas passadas e conhecimento sobre a jornada da alma;

– Dedicada a ensinar e partilhar ferramentas de bem-estar espiritual, como elevar a jornada espiritual;

– Providencio cursos de Tarot, Reiki e Workshops de desenvolvimento espiritual e pessoal, bem como oportunidades para a prática com o mentor ou em grupo, porque reconheço a importância não só de ter conhecimento das ferramentas espirituais mas também de as praticar e integrar na vida de cada um;

– Quero ser capaz de desenvolver os dons de cada um e confiança em si próprio, na sua própria intuição. Ter acesso ao seu poder interior e trazer o divino e a energia positiva para as suas vidas;

– Como taróloga, já ajudei centenas de pessoas em várias partes do Mundo a conhecer o seu caminho;

– O Tarot não é apenas sobre prever o futuro: é também sobre criar o seu futuro.

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